terça-feira, 4 de outubro de 2011

Macumba pega?


O que o Espiritismo explica, em relação a este tipo de "trabalho" é que, os agentes das sombras (espíritos malfazejos), contratados para fazer o mal, não têm o poder de criar o mal. Apenas o alimentam.

Há médiuns espíritas e médiuns que não são espíritas. Esse tipo de “trabalho” não se encontra nas Casas Espíritas, e sim em algumas casas espiritualistas.

Ninguém faz mal para ninguém, porque o mal só nos atinge porque está dentro de nós. Correspondendo com aquilo que somos.

Se um chefe de família envolve-se com uma jovem bela e volúvel que o seduziu, e que pretende afastá-lo do lar. Imaginemos esta moça, contratando um “despachante do além”, com a ajuda de um médium habituado a evocar Espíritos para empreitadas menos dignas. Foi acertado que o alvo seria “amarrado” num emaranhado passional (relativo à paixão). A jovem, age de maneira egoísta, porque não está nem um pouco preocupada com o fato de que, atingindo seu objetivo, destruirá um casamento, traumatizando crianças e deixando uma esposa infeliz. Pensa nela mesma, na satisfação e nos benefícios que possa colher naquela relação indigna. O chefe de família foi envolvido. Mas nem a jovem, nem o médium, nem o Espírito evocado exerceram influência irresistível sobre este homem, ou seja, os espíritos não criam o adultério. Apenas exploram a tendência da pessoa (do chefe de família) à infidelidade.

Imaginemos alguém à beira de um precipício. Nenhum Espírito vai jogá-lo no abismo. Mas poderá sugerir dizendo: “Salte! Veja como é bom! Você experimentará a sensação de voar! Um prazer indescritível!” Infelizmente, muitos, aceitando convites assim, de desencarnados e de encarnados, mergulham em paixões e viciações.

Experimentam, passageiramente, prazeres e alegrias, nos domínios das sensações. Invariavelmente, entretanto, “esborracham-se” no fundo do abismo, comprometidos em renitentes perturbações e angústias que lhes amarguram a existência.

Jamais seremos induzidos à violência se conquistamos a mansuetude.

As pessoas que encomendam um trabalho com a intecao de prejudicar outra, utilizando-se de espiritos insensatos das faixas inferiores, cria-se um elo de parceria com essa entidade que mais tarde lhe sera cobrado o debito proporcional conforme a lei divina. Podendo assim, ate se tornar alvo da propria entidade rebelada que se sentiu usada.

As velas, os alimentos e as bebidas sao usados devido o estado de atraso que os espiritos se encontram. Com seu perispirito empregnado da materia, eles ainda acreditam que podem nutrir-se do alimento convencional. Que aquelas velas acesas iram beneficia-lo a luz, olvidando que a luz é interior. Naturalmente qndo se promete a esses espiritos q se dedicam a pratica do mal determinadas compensacoes, eles vao naturalmente perturbar aqueles contra a quem se realiza o trabalho. No entanto, se o individuo estiver resguardado pela oracao, pelos atos nobres, se cultiva boa vibracao atraves dos pensamentos elevados, se tem uma vida saudavel, nenhuma força do mal consegue atingi-lo. Seria uma violacao do codigo divino da dignidade da existencia humana.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário