sexta-feira, 1 de maio de 2015

Ser Espírita...


      O que é ser espírita? muitas vezes quando dizemos ser espíritas as pessoas nos perguntam o que é o espiritismo, quais nossas crenças, se acreditamos em Deus ou em Jesus, e por ai vai…
     Mas nós sabemos o que é ser espírita? Bem creio que vocês saibam, pois o espiritismo é para cada um algo de importância moral. Allan Kardec afirmou, em O Evangelho segundo o Espiritismo, que o verdadeiro Espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega em domar suas más tendências.
       O espiritismo é uma doutrina revolucionária que traz a fé raciocinada, pautada em revelações dos espíritos trazidas através da codificação de Allan Kardec em suas 5 obras básicas. Delas Kardec discorre sobre todos os assuntos cotidianos que enfrentamos e chega até a questões religiosas e científicas complexas, tudo com explicações lógicas e intuitivas trazidas pelos amigos espirituais.
       Daí podemos perceber a proposta da doutrina espírita através do pedido de Kardec em suas obras para a auto crítica e a auto-análise de nossos atos, de nossas crenças. Kardec nos convida à elevação da conduta moral do ser, a fim de se progredir na escala evolutiva que é lei primeira do universo.
Ser espírita significa o olhar interior, a localização e a aceitação de nossa condição e a busca pela melhora e evolução de nossas aptidões e defeitos. Entendemos que não existe o “CERTO” ou o “ERRADO” e sim a “AÇÃO” e a “REAÇÃO” , lei de constante aplicação em nossas vidas e causador das nossas sucessivas necessidades de reencarnar e progredir.
     Por fim, gostaria de deixar a reflexão para cada um de vocês… Perguntem-se, internamente, para você… o que é ser espírita?
Muita Paz!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

ESPÍRITAS, APASCENTAI MINHAS OVELHAS

  por Bezerra de Menezes
 
Meus filhos,

A obra do Evangelho no mundo não se impõe como a aplicação da lei humana, porque exorbita as questões meramente terrenas, em seu sentido mais prosaico. Apesar de abrangê-las e mesmo azeitá-las em suas potencialidades, arranjos e objetivos imediatos, ela transcende o especificamente humano pelo fato mesmo da transcendência natural do espírito.
O estabelecimento da Boa Nova, em nosso mundo acanhado de flores morais, não se estabeleceu, ainda, em decorrência não apenas da imaturidade espiritual predominante nestas plagas, mas também pela timidez e comodidade de muitos dos que se intitulam discípulos do Senhor.
O conhecimento e a postura altiva, conquanto expressem conteúdo e determinação operacional, não prescindem do alimento essencial para a sua edificação segura e sustentável, como no episódio da casa construída sobre a rocha, capaz de resistir às tempestades e aos vendavais. Este alimento que lhe é imprescindível e necessário chama-se amor.
Em sua terceira aparição aos apóstolos, após a sua morte física, Jesus reafirma e os faz recordar dos objetivos e das bases de sua campanha redentora, logo em sequência ao episódio da indicação para a pesca que lhes saciaria a fome e as necessidades existenciais terrenas.
Com voz suave, mas firme, pergunta a Simão Pedro: “Pedro, filho de Jonas, tu me amas?”, ao que lhe respondeu o seguidor empolgado: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. –“Apascenta as minhas ovelhas!". Depois de breve pausa, Jesus repete a pergunta: “Pedro, tu me amas?” e a mesma resposta se faz: “Sim, Mestre, tu sabes que eu te amo!”... –“Apascenta minhas ovelhas!”. E quando Jesus, pela terceira vez, refaz o questionamento, o apóstolo, se entristecendo, por imaginar que Jesus punha alguma dúvida sobre o seu sentimento para com ele, ainda outra vez reafirma: “Sim, Senhor, tu, que tudo conheces, sabes o quanto eu te amo!”. E repetindo, enfático, Jesus lhe fala: “Apascenta as minhas ovelhas!”**.
Somente, então, o velho apóstolo dá-se conta de que a tarefa que lhe cabia era a de conduzir, iluminar, consolar e levar o refrigério, a esperança e a alegria ao coração de todos os seus irmãos em Humanidade, não como o comando dos governantes, nem a arrogância dos orgulhosos ou a rigidez dos julgamentos implacáveis e a aridez das leis humanas ou, ainda, com a impertinência dos insensíveis.
Apascentar, na acepção evangélica, é conduzir sob o influxo do sentimento que nos favorece a compreensão dos nossos laços fraternos e a humildade sincera no trato com os diferentes em seu momento evolutivo, e, por isso mesmo, semear o Bem sem aguardar recompensa ou o fruto imediato da semeadura árdua...
Hoje, ecoa pelos evos, em nosso inconsciente coletivo, aquelas mesmas palavras do meigo Rabi da Galileia: “Espíritas, vós me amais?... Então, apascentai as minhas ovelhas!”.
As ovelhas do aprisco do Cristo são toda a Humanidade. Mas Jesus facilita-nos a tarefa e não nos impõe a todos maiores deslocamentos, posto que essas mesmas ovelhas se nos apresentam na figura do nosso próximo mais próximo: na família, entre os companheiros do cotidiano e os que nos parecem ou se entendem nossos inimigos.
Mas nós, os que já nos permitimos reunir nesses pequenos focos de luz que cintilam na bandeira dadivosa do Cristianismo, sob o estandarte do Espiritismo, que são os Centros Espíritas, precisamos atender imediatamente ao convite de Jesus:

“Espíritas, amai-vos uns aos outros e apascentai as minhas ovelhas, cumprindo o papel da Humildade e da Caridade, em treinamento constante, nas vossas relações na Casa Espírita!”.
O servo humílimo e paternal de sempre,
** João, 21: 15 – 17.
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formatação e pesquisa: MILTER - 23-11-2014
fonte: EQUIPE DA ADDE - Associação de Divulgação da Doutrina Espírita
https://www.facebook.com/AssociacaoDivulgacaoDoutrinaEspirita

domingo, 23 de novembro de 2014

*** Encontro casual em Paris ***

Olhem o simbolismo desse encontro. 
A primeira pessoa a receber o Livro dos Espíritos das mãos de Kardec era homossexual (lésbica). Ainda resta dúvida que o Espiritismo vê com normalidade? Era amiga pessoal de Kardec. Ainda encontramos pseudos espíritas que condenam a homossexualidade. Precisa estudar mais a doutrina espírita!

George Sand (Aurore Dupin), escritora, crítica de teatro, feminista, lésbica. Viveu no século XIX e foi durante alguns anos companheira afetiva de Chopin.

Reza a lenda que foi a primeira pessoa que recebeu das mãos de Allan Kardec um exemplar inédito de O Livro dos Espíritos, num encontro casual nas ruas de Paris, na manhã de 18 de abril de 1857. A escritora, que era antiga amiga do Prof. Rivail, recusou educadamente o presente, dizendo não ser digna de tamanha honra, pois se tratava de uma joia que a sua personalidade polêmica iria ofuscar.

Cem anos depois, no mundo espiritual, George Sand reencontrou Allan Kardec, no mundo espiritual, durante as comemorações do centenário de lançamento do livro base da Doutrina Espírita.

fonte: http://observadorespirita.blogspot.com.br/2014/04/encontro-casual-em-paris.html

sábado, 22 de março de 2014

Acusado de matar bicheiro usa carta psicografada da vítima e é absolvido

Ontem saiu uma notícia em vários sites a respeito de um caso em que a "Defesa usa carta psicografada em processo que absolveu réu de assassinato em MG". 

Para quem não sabe, de fato já ocorreu (há alguns anos) de se usar uma carta psicografada por Chico Xavier para absolvição de um acusado por assassinato, onde se comprovou até por exames da escrita que a caligrafia, de fato, era do assassinado, porém, o Pai da vítima retirou a queixa e absolveu o réu. 

Link da notícia:
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,acusado-de-matar-bicheiro-usa-carta-psicografada-da-vitima-e-e-absolvido,1143604,0.htm

O ESPIRITISMO PRESCREVE A VIGILÂNCIA, A ORAÇÃO E O RETO PROCEDER

"Ninguém mais terá medo dos Espíritos, quando todos estiverem familiarizados com eles e quando os a quem eles se manifestam já não acreditem que estão às voltas com uma legião de demônios." (Allan Kardec. O Livro dos Médiuns! item 88)

      As relações humanas se propagam além das fronteiras da existência e continuam pulsando nas dimensões invisíveis a contagiar-nos com as energias salutares dos Espíritos superiores ou com as vibrações deletérias dos desencarnados que se consideram nossos desafetos e se comprazem no exercício da maldade. Indiscutivelmente há bons e maus Espíritos. Dos bons recebemos a proteção, as inspirações edificantes e o envolvimento fluídico salutar, desde que saibamos corresponder com a elevação de nosso padrão vibratório mental. Do relacionamento com os maus, o que se pode esperar a não ser a submissão do sujeito às imposições absurdas e influenciações perturbadoras, que se não revertidas a tempo, poderão se prolongar até mesmo após o decesso. Pois bem. A nossa intenção é comentar alguns detalhes sobre uma espécie de fobia que se instala no sujeito, em face do receio de ser perseguido por Espíritos maléficos.
      Em meio a coletividade, há indivíduos altamente sugestionáveis, haja vista a facilidade com que se impressionam, manifestam medo e desenvolvem, até mesmo, uma espécie de terror em relação aos maus Espíritos, especialmente os obsessores. Sabemos que a bibliografia espírita é rica em informações a respeito de obsessão. Desde Allan Kardec, a questão tem sido ventilada em profundidade e enriquecida de detalhes educativos por autores desencarnados de ascendência moral nobilíssima, a exemplo de André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda. Por intermédio deles aprendemos sobre a dinâmica interativa entre os dois lados da vida e melhor nos situamos a respeito dos fenômenos obsessivos.
      Informações provenientes do Mundo Maior priorizam a importância do pensamento equilibrado na construção da saúde integral. Ao contrário, a imaginação exacerbada e o pavor descontrolado são considerados causas frequentes de obsessões espirituais graves, pois servem de ponte para os Espíritos inferiores interessados na feitura do mal.
      A vigilância é a inestimável proteção posta ao nosso alcance e válida em qualquer plano da vida. Vejamos exemplos. No contexto social, a vigilância nos permite a defesa contra os bandidos que nos espreitam. Não é fato que nos valemos das normas de segurança para evitarmos as investidas dos malfeitores? Todavia, embora guardemos relativa cautela, não significa que o medo de assaltos nos impeça de transitar na via pública, de exercitar a nossa profissão, de frequentar o restaurante, o centro espírita ou o cinema, pois acima dos riscos pairam a vontade incontida de viver, a necessidade de trabalhar, de ser útil e de contribuir para o progresso da espécie. O mesmo raciocínio é válido em relação ao mundo espiritual.
     Estamos cercados de maus Espíritos? É claro que sim. Podemos ser vítimas da ação predatória deles? Em alguns casos, a resposta é positiva, lembrando, no entanto, que a vigilância e a oração sentida agem como elementos fortalecedores das nossas defesas psíquicas. O pensamento centrado nos objetivos superiores é significativo indicador de uma existência saudável pois quem vibra em clima de otimismo, confiança e resguarda a tranquilidade de consciência não precisa temer os agressores invisíveis. Todavia, admitindo-se por autêntica a informação de que esses agressores se comprazem em atormentar os mais vulneráveis, também é correta a tese que propõe a elevação do padrão vibratório mental, como condição capaz de nos imunizar contra as investidas das sombras.
      Ora, reconhecemos que o medo, em qualquer circunstância, é sinônimo de porta escancarada ao assédio das sombras. Mas, além da fragilidade emocional de muitos, defrontamo-nos também com certa quantidade de publicações sensacionalistas a enfocar exageradamente o poder das trevas, a disseminar propositadamente o terror entre as criaturas, enaltecendo os pendores maquiavélicos das legiões sombrias. Tais publicações destacam a força destrutiva dos Espíritos maléficos, a crueldade dos magos trevosos, a invasão da crosta pelas hordas abissais e outras sandices, da mesma forma que a mídia terrena privilegia o escândalo, os crimes hediondos e a parte podre da sociedade planetária, o que efetivamente contribui para assustar e gerar um clima de insegurança generalizado na sociedade.
      Há que se valorizar, no entanto, a existência de inúmeros autores espíritas que primam pela divulgação do bem e dos aspectos positivos da realidade espiritual. Abordam as questões magnas do comportamento humano, sempre pelo viés evangélico e não se cansam de nos estimular à prática da bondade. Quando analisam as relações desarmônicas entre os dois planos da vida, destacam a existência das metrópoles astrais, o trabalho digno de reconstrução moral dos Espíritos em luta pela própria evolução e as diversas fainas educativas e fraternas, nas quais se destacam a labuta diuturna dos samaritanos, em prol dos que sofrem no Astral Inferior e no front terreno.
     Aprendemos, assim, que, muito acima daqueles que integram as legiões temporariamente desviadas do bem, situam-se os legionários da fraternidade universal, os colaboradores do Cristo, os benfeitores invisíveis da Humanidade, devotados ao serviço de auxiliar, defender, evangelizar e incentivar o esforço de reforma íntima da pessoa humana. Usualmente, esses benfeitores se utilizam de um linguajar simples, tocante e manifestam o interesse em exaltar a esperança a ser depositada nos tempos luminosos que já começam a se descortinar nos horizontes da vida.
     Por conseguinte, à medida em que a criatura se familiariza com as forças do bem, busca a inspiração dos tarefeiros do Cristo e cumpre com honestidade os deveres e atribuições cotidianas, mais se aproxima vibratoriamente das dimensões felizes, onde imperam a ventura, o conhecimento e a sabedoria. É tudo uma questão de escolha. Deter-se no medo a ponto de enredar-se com os Espíritos inferiores ou demonstrar plena confiança em Deus, afinando a sintonia com as legiões do bem, sem dúvida, é a melhor defesa contra as investidas costumeiras dos Espíritos que se obstinam na maldade.
Vitor R. Costa - Jornal Espírita - julho/09

Cuide-se bem

Livro: Para Uso Diário
Joannes & J. Raul Teixeira

Você nunca deverá esquecer dos motivos que o trouxeram à nova experiência corporal no tempo presente.
Cada passo que você dê o impelirá a alguma direção, obedecendo a orientação da sua vontade.
Toda palavra que exteriorize, conduzi-lo-á na voz dos ventos, entregando as suas idéias a diversos ouvidos. Busque, então, falar o que ilumine, o que construa para o bem, aquilo que é conveniente às leis sublimes da vida, como propõe o Apóstolo  Paulo.
Cada gesto seu conduzirá, pela mensagem luminosa, um retrato do que você é, em recorte dos seus comportamentos. Bom será que esses gestos demonstrem equilíbrio, bom senso, harmonia, para que alcance a felicidade após ser visto e observado por incontáveis criaturas.
Toda escolha que você faça pelos caminhos da sua vida terrena, apresentará aos que o cercam e acompanham o grau da sua maturidade, o nível dos seus ideais, a qualidade de tudo quanto lhe sensibiliza. Será conseqüente que os seus irmãos de jornada passem a conceber imagens suas, caricatas ou não, em função do que você elege para com a sua existência.
Sobre o mundo você será sempre o retrato dos seus gostos, dos seus interesses, das suas ações.
Quando Jesus anunciou que àquele que bater abrir-se-lhe-á, expressava essa realidade pujante da vida... da sua vida, por que não?.
Tudo quanto deseje um dia alcançar, inicie hoje a sementeira, comece agora a construção, uma vez que o tempo é o grande aliado da boa vontade e da perseverança, nas posições em que se acham as almas na Terra.
O que busque na vida, isso mesmo encontrará, hoje ou amanhã, seja nobre ou ignóbil.
O que pedir durante a vida, isso mesmo logrará, cedo ou tarde, seja harmonia, seja aflição.
Onde bater, durante a marcha humana, com certeza abrir-se-lhe-á, mais ou menos rapidamente, sejam portas de luminosidade ou de trevas.
A sua vida, com todo o concerto de realizações íntimas, do cerne d´alma, depende fundamentalmente do que almeja na trilha planetária.
É importante, então, que se mantenha cauteloso, cuidadoso com os tipos de anseios, de desejos, de sonhos que alimente n´alma.
Cuide-se, para que não se surpreenda com dores e desditas, com frustrações e amarguras, em razão do mau uso da sua vontade, do mau direcionamento dos seus íntimos impulsos.
Jesus Cristo tem razão plena: Batei e abrir-se-vos-á. Cuidemos para que saibamos onde e como bater, para que se nos abram as portas da ventura, do progresso e da paz.
* * * * *
Meditação: Pedi a luz que vos clareie o caminho e ela vos será dada; pedi forças para resistirdes ao mal e as tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos e eles virão acompanhar-vos e, como o anjo de Tobias, vos guiarão; pedi bons conselhos e eles não vos serão jamais recusados. (Cap. XXV, item 5, ESE).
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E O CRISTO SORRIU...


E O CRISTO SORRIU...
Salve Rio de Janeiro!
Liberdade, afinal !
Teu Cristo sorri novamente...
Como é bom ver tua gente,
feliz e livre do mal.
Salve Rio, vá em frente,
há muito que se fazer...
Abrace essa juventude,
Encaminha, orienta,
para um novo amanhecer.
Volte o samba pra favela,
colorindo barracões,
nova vida, sem ter medo,
seja este o novo enredo,
enfeitando corações...
Faça valer as canções,
que te fizeram famosa,
a beleza do teu mar,
teu povo lindo a cantar,
o Cristo a nos abraçar,
Cidade maravilhosa!
Velho Rio, novo Rio,
quem te viu e quem te vê...
salve Rio de Janeiro!...
Eu te abraço por inteiro,
e tiro o chapéu pra você!

Os amigos Mark e Bill - Lição de vida!

"Mark estava voltando para casa, vindo da escola, um dia, quando ele percebeu que o garoto andando na frente dele tinha tropeçado e deixado cair todos os livros que ele estava carregando, uma luva de baseball, e um pequeno walkman.

Mark ajoelhou-se e ajudou o garoto a pegar os seus objetos que estavam esparramados pelo chão. Já que eles estavam indo na mesma direção, Mark ajudou a carregar um pouco dos objetos. Enquanto eles caminhavam, Mark descobriu que o nome do garoto era Bill, que ele adorava vídeo game, baseball e história, que ele estava tendo muita dificuldade com as outras matérias, e que ele tinha acabado de terminar com sua namorada. Eles chegaram a casa de Bill primeiro e Mark foi convidado a entrar para tomar uma coca-cola e assistir um pouco de televisão.

A tarde passou agradavelmente com algumas risadas e um papo de vez em quando, até que Mark decidiu ir para casa. Eles continuaram a se encontrar na escola,almoçavam juntos de vez em quando, até que ambos se formaram do primeiro colegial. Eles ficaram na mesma escola, onde eles continuaram amigos ao passar dos anos. Finalmente, o tão esperado ano do terceiro colegial chegou, e três semanas antes da formatura, Bill pediu para Mark se eles poderiam conversar um pouco.

Bill lembrou Mark do dia, anos atrás, quando eles se conheceram:

- "Você nunca se perguntou porque eu estava carregando tantas coisas para a minha casa naquela dia?" - Bill perguntou. -"Eu estava limpando o meu armário na escola porque eu não queria deixá-lo uma bagunça para a próxima pessoa que o fosse usar. Naquele dia, eu tinha escondido alguns dos calmantes da minha mãe e estava indo para minha casa para cometer suicídio. Mas depois de termos passado aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, eu teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir. Então, você está vendo Mark, que quando você me ajudou a pegar aqueles livros do chão aquele dia, você fez muito mais do que somente me ajudar. Você salvou a minha vida..."

Cada pequeno "olá", cada pequeno sorriso, cada pequena ajuda, é capaz de salvar um coração machucado!

Um simples gesto... E uma vida foi poupada. 

Nesses dias em que todos corremos, e muitos corremos para lugar nenhum, não temos tido tempo para um simples gesto de solidariedade.

Quantas pessoas caminham e, na cadência dos passos marcados pelo desespero, aproximam-se do abismo e arrojam-se no precipício, sem hesitar.

Quantas oportunidades temos perdido em nome da pressa, que cada vez mais nos escraviza!

Oportunidade de evitar um suicídio, com apenas alguns minutos de atenção e carinho...

Oportunidade de espancar a tristeza impressa no rosto de alguém...

Oportunidade de iluminar a estrada daquele que caminha na escuridão, com algumas palavras ditas com afeto...

Não há pessoa, na face da Terra, que não possa servir... Qualquer um pode ser útil, basta apenas vontade e disposição. 


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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Marcos Feliciano e os homossexuais – opinião espírita

     Como espírita, divirjo do posicionamento do pastor deputado Marcos Feliciano em inúmeros aspectos. Isso não me impede de respeitar o seu ponto de vista, embora a maneira como o faça provoque reações. Alguns homossexuais sentem-se atingidos pela opinião ou pelas manifestações de Feliciano. Não seria melhor ignorá-lo? Será que acreditam que o farão mudar de ideia, ou que ele irá se retratar? Se houvesse tolerância de parte a parte tudo seria mais fácil… 
      O fundamentalismo tem sua origem no protestantismo norte-americano, surgido na primeira metade do século XIX. Era o surgimento de uma tendência de os religiosos, tanto os teólogos como os pregadores e seus fiéis,  tomarem as palavras da Bíblia ao pé da letra.
      Desde Lutero que o fundamento de tudo para a fé protestante se resume na Bíblia. Partem do princípio de que se Deus nos deu como sua revelação a Bíblia, então tudo o que está nela é sagrado. Para os fundamentalistas cada palavra, cada passagem é tida com verdadeira, literal e imutável. Nada de interpretações, nada de contextualização histórica, nada de hermenêutica. Não importa, para eles, que a Bíblia tenha sido escrita há alguns milhares de anos. Tentar buscar um sentido oculto por trás de passagens obscuras, para eles, é uma blasfêmia. Não adianta argumentar que a ciência demonstra coisas diferentes do que está exposto na Bíblia. Não adianta invocar a História. Só o que vale é o que está na bíblia.
Hoje, ainda, há quem sustente que o mundo foi criado em sete dias, e que Adão e Eva são os ancestrais de toda a Humanidade, e que Noé levou um casal de cada animal para a arca. Para eles, Jesus é o salvador, e quem não está com ele está contra ele, ou seja, com o diabo. São rigorosos nos aspectos que dizem respeito à sexualidade e à família, são intolerantes com os homossexuais.
      A Igreja Católica também tem a sua ala fundamentalista, representada principalmente pelo papa Bento XVI. Se opõe à modernidade, às liberdades que acompanham a modernidade. Para eles a Igreja Católica é a única Igreja, é a verdadeira Igreja, é a Igreja de Cristo. “Fora da Igreja não há salvação”.
      Há tempos que acompanho de longe as trocas de gentilezas entre o pastor deputado Marcos Feliciano e alguns homossexuais. Há exageros de ambos os lados. Uma guerrinha sem sentido. Ninguém sai ganhando com isso. Me chamou a atenção a manchete do Correio do Povo, de Porto Alegre:

Duas estudantes, de 18 e 20 anos, foram presas na noite deste domingo, após se beijarem durante evento evangélico realizado em São Sebastião, litoral norte de São Paulo. O protesto foi realizado enquanto o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) iniciava sua pregação a cerca de cerca de 2 mil fiéis.

     O culto foi na rua, em local público, não numa Igreja. Não há nada que proíba duas pessoas de se beijarem em público. Beijos, em geral, não podem ser considerados como afronta, mas é preciso reconhecer que houve provocação por parte das meninas. Nada justifica a violência, e o fato delas se beijarem não é, de forma alguma, motivo para algemar e prender. Houve quem lembrasse do artigo 208 do Código Penal, que prevê pena de detenção de um mês a um ano ou multa ao cidadão que [...] impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso.

Peço que você se manifeste, dê a sua opinião a respeito. Eu acho que foi um ato infantil e desnecessário por parte delas.  Por causa de atitudes como essa é que Feliciano se torna cada vez mais popular. Era isso que elas queriam? Certamente não. Mas é isso o que ocorre. Se elas se opõe a ele, deveriam saber que muitos aplaudem o posicionamento dele, e que a cada episódio como esse ele se fortalece com o seu público.
      Será que é tão difícil diferenciar um homem da religião que ele representa? Mesmo que não concordem com determinada religião, é preciso respeitá-la. Enquanto estivermos no campo das ideias tudo merece respeito. Ao se beijarem num culto religioso, essas duas meninas não estão dando uma demonstração de amor, não estão conquistando a tolerância por parte de quem as condena ou o respeito por parte da sociedade. Estão afrontando uma religião e seus fiéis, quando sua intenção, provavelmente, era afrontar um único homem, Feliciano.
      O fundamentalismo, que citei lá em cima, pode se enraizar profundamente no Brasil se seus líderes receberem tanta atenção como estão recebendo. Isso é combustível para a fogueira do fundamentalismo. 
      Há pessoas e grupos de pessoas que não aprovam a homoafetividade. Não é por meio de provocações, nem de explicações, nem de forma alguma que se conseguirá fazer alguém assim mudar de opinião. Essas pessoas só vão mudar de opinião se perceberem que todas as pessoas são iguais em essência, e isso só pode acontecer por meio de comportamentos. É pelo exemplo que se convence. Não se convence ninguém na marra. 
     Nunca discuto religião com pessoas de outra religião. Nunca vi, até hoje, uma pessoa convencer outra através de uma discussão. Mas conquisto o respeito de vários religiosos com o meu exemplo, com a minha conduta. Não há porque se incomodar com alguém que pense diferente do que pensamos. Quem não aprova a homoafetividade deve ser tolerante. É um dever de sociedade. Mas não há como fazê-lo gostar de homossexuais. Não por meio de provocações.

Deixe a sua opinião. Não publico comentários ofensivos.

Fonte e autor do texto: http://www.espiritoimortal.com.br/marcos-feliciano-e-os-homossexuais-opiniao-espirita/

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ser espírita



     Há quem diga que ser Espírita é muito difícil, que é só para quem já é santo. Allan Kardec, no entanto, vai dizer que o espírita é reconhecido pelo esforço que faz pela sua transformação moral e para vencer suas tendências... para o mal.
      Fazer esforço é bem diferente de ser santo. Ainda nos falta um longo caminho.
      Alguns companheiros dizem que estão tentando ser espírita. Estes estão em dúvida e temem assumir a responsabilidade de afirmar: sou espírita. Nosso desafio, porém, é buscar ser hoje, melhor do que ontem e amanhã melhor do que hoje.
      Na natureza nada dá saltos. Todos nós que estamos hoje ligados à doutrina espírita, já estivemos no catolicismo, no protestantismo, no budismo entre outras religiões. Mesmo nessa encarnação foram poucos que nascemos num lar espírita. Viemos de outros caminhos religiosos, mas ao encontrar o Espiritismo descobrimos o Consolador prometido por Jesus, que veio ensinar todas as coisas e fazer compreender o que o Cristo havia dito por parábolas. Neste porto seguro, encontramos a fé raciocinada, a crença da imortalidade da alma, a certeza da reencarnação e a da comunicabilidade com os espíritos.
      Que bom que podemos dizer que somos espíritas, que estamos buscando vencer nossas más inclinações. É o autoconhecimento e a autotransformação que nos tornam homens e mulheres melhores. Essa postura vai refletir na família, onde cada um testemunhará a luz interior, a sua transformação moral, pelo comportamento equilibrado e amoroso. No trabalho, sendo um exemplo de bom funcionário ou de bom patrão. Na sociedade, sendo um bom cristão, alguém que é lembrado pelo amor ao próximo e suas atitudes corretas. Portanto, somos espíritas 24 horas por dia. Não dá para vestir a capa de humildade, de fraternidade somente quando estamos no Centro Espírita.
     “Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo.” O Espírito de Verdade nos convida a demonstrarmos quem somos, pelas atitudes de amor, de fraternidade e caridade.  Olhar o outro como um irmão que devemos aprender a amar, apesar dos defeitos e imperfeições, que só pela prática das virtudes e da busca constante da iluminação através do estudo, que iremos nos libertar desse homem velho que ainda trazemos dentro de nós.   O desafio não é vencer o outro, ser melhor, mais poderoso, é nos conhecermos, domarmos nossas imperfeições e “só por hoje” nos aproximarmos de nosso modelo e guia que é Jesus.   Para aqueles que acham que essa postura é difícil, é porque ainda não compreenderam que somente escolhendo a porta estreita, se libertarão das imperfeições.  É esse o caminho para a plenitude e a paz íntima.

Angela C. Furiati
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FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER - 01-12-2013


A EQUIPE DA ADDE